domingo, 2 de julho de 2017

Marcelo sem abrigo voltou à Casa!


Presidente realça importância de sair à rua e ir vendo vários tipos de problemas como eles são.

"O Presidente não pode nunca deixar de ter os pés na terra, nunca! E ter os pés na terra é, permanentemente, ir vendo vários tipos de problemas como eles são, não é como os relatórios dizem que eles são", declarou Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas, na Praça da Alegria.

Este foi o terceiro ponto de Lisboa em que o chefe de Estado, esteve com voluntários do Centro de Apoio aos Sem Abrigo (CASA), a distribuir refeições empacotadas, com carne ou vegetarianas, bolos e laranjas.

A presença do Presidente da República nem sempre foi notada de imediato. Um homem, natural da Guiné-Bissau, só o reconheceu já depois de ter recebido a comida das suas mãos e exclamou, surpreendido: "Ah, senhor Presidente!".

"O senhor Presidente é que é o Presidente de todos os portugueses, sinceramente", afirmou, em seguida.

Enquanto entregava uma refeição a outro homem, com um colete amarelo da associação CASA vestido, Marcelo Rebelo de Sousa respondeu-lhe: "Faz-se um esforço, faz-se um esforço".

O chefe de Estado juntou-se aos voluntários da CASA no Saldanha, pelas 22:00, atrasado, vindo de um debate com jovens no Campo Grande, e só esteve ali cerca de dez minutos. A maioria dos sem-abrigo já tinha ido embora nessa altura.

À chegada, foi abordado por um homem que lhe perguntou por que motivo, existindo tantas associações de apoio aos sem-abrigo, não há "um refeitório condigno para eles, com pratos de louça condignos", em vez da distribuição de refeições na rua.

Mais tarde, o Presidente da República disse aos jornalistas que a preocupação de "encontrar locais onde as pessoas possam ir comer, que não na rua", foi um dos pontos debatidos na reunião que teve na terça-feira com seis instituições de apoio a sem-abrigo, e "corresponde a uma preocupação das instituições".

Do Saldanha, Marcelo Rebelo de Sousa seguiu na carrinha amarela da associação CASA até à rua Mouzinho da Silveira, perto do Marquês de Pombal, onde conversou à parte com algumas pessoas que ali foram buscar comida e com duas idosas que se afastaram envergonhadas.

Marcelo correu atrás delas e abraçou-as, já na rua Alexandre Herculano, mas nenhuma delas assumiu uma situação de carência.

O Presidente da República salientou este caso e considerou que os idosos que sozinhos estão em casa numa "pobreza envergonhada" e os sem-abrigo fazem parte de "zonas da sociedade que estão a ficar assim num gueto, metidas num beco sem saída", para as quais é preciso olhar.

"Num momento em que o desemprego começa a cair, felizmente, já está abaixo de 10% e as previsões apontam que pode ir até mais abaixo, e em que pouco a pouco começam a resolver-se alguns problemas, há fatias da sociedade que estão a ficar para trás", realçou.

Antes de deixar a Praça da Alegria e seguir ainda para outros pontos de distribuição de refeições, Marcelo Rebelo de Sousa despediu-se do sem-abrigo guineense, que lhe contou que é natural de Catió, na zona sul do país.

O Presidente da República observou: "Eu já estive várias vezes na Guiné-Bissau, mas nunca estive na zona sul".

"Ah, aquilo não tem estrada, só tem caminho de cabra", retorquiu o homem, a rir, acrescentando: 
"Mas devagar, devagarinho, vamos construindo aquilo".

O chefe de Estado gostou da imagem: "Isso é a minha teoria também em relação ao país. Exatamente".

Informação retirada do sítio:

http://www.dn.pt/portugal/interior/marcelo-distribui-refeicoes-a-sem-abrigo-para-manter-os-pes-na-terra-5774756.html

quarta-feira, 7 de junho de 2017

Help(o) África com Ângelo Rodrigues


Ângelo Rodrigues entrou em contacto com a Helpo, uma ONGD focada na educação, e confessou o seu desejo de participar num dos seus programas de voluntariado. Não foi difícil conciliar a sua área de conhecimento com as necessidades no terreno da organização.

Ângelo foi convidado a dar aulas de expressão dramática às crianças do grupo de teatro do Centro Infantil da Ilha de Moçambique, construído pela Helpo em 2010. O ator da novela Poderosas (SIC) ficou responsável pela sala dos 5 anos.

Além disso, deu formação aos educadores de infância do Centro para que também eles sejam capazes de desenvolver exercícios com as crianças que lhes permitam treinar competências na área da linguagem, da criatividade, da expressão de emoções ou de outras capacidades sociais como a empatia.

O ator de 29 anos passou um mês em Moçambique, no ano passado, e documentou toda a experiência em vídeo. Agora, decidiu mostrar o resultado das gravações através da publicação do vídeo A Terra dos Mil Sonhos, por si filmado e realizado.

Das compras aos vendedores ambulantes, à busca por um ginásio ao ar livre ou à apresentação da peça ensaiada com os seus alunos, tudo ficou registado.

IR PARA O TERRENO

A Helpo só aceita voluntários de curta duração em casos excecionais, quando há um projeto em curso que precisa do contributo específico de alguém, como foi o caso da necessidade de formação em teatro.

No entanto, a organização aceita candidaturas espontâneas ao seu programa de voluntariado internacional durante todo o ano mas, neste caso, os voluntários passam períodos entre 6 a 12 meses no terreno. Antes da partida, há uma Oficina de Voluntariado que explica ao pormenor qual será a sua missão. Se depois desse confronto com a realidade que vão encontrar os voluntários se mantiverem interessados têm dois ou quatro meses de formação pela frente antes de levantarem voo para Moçambique ou São Tomé, onde a Helpo desenvolve os seus projetos em África.

Não é preciso ter formação específica para ajudar a Helpo, todos os voluntários são integrados em equipas já no terreno. A maior parte das tarefas estão associadas à área da educação, como apoio ao estudo, formação de animadores, criação de bibliotecas ou ludotecas.

A Helpo cobre 80% do preço das viagens e garante gratuitamente a estada, alimentação, deslocações no local e seguro de saúde. No caso de Ângelo Rodrigues, o ator pagou a viagem e a associação assegurou o alojamento e a alimentação.

Numa década de existência, entre outros projetos, a Helpo construiu 53 salas de aulas, instalou nove sistemas de aproveitamento de águas pluviais em escolas, criou 11 bibliotecas e apoiou cerca de 17 mil crianças, entre elas 454 estudantes do ensino secundário que beneficiaram de bolsas de estudo.

Além do voluntariado, também é possível apoiar a associação através dos seus programas de apadrinhamento de estudantes que variam entre os €13/mês (garante o acesso ao material necessário para frequentar a escola a uma criança) e os €30/mês (permite a matrícula de um jovem no ensino secundário, compra do uniforme escolar, material escolar e acompanhamento do percurso escolar).

Ângelo Rodrigues espera que os voluntários que se seguem tenham uma experiência tão marcante quanto ele.

Veja o vídeo em:


(Informação retirada do site da visão solidária)

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Carolina com Patrocínio antigo!


Carolina Patrocínio falou sobre o seu lado solidário na apresentação do novo projeto de sustentabilidade e responsabilidade social da Swatch, o Swatch Docinho, que procura angariar bens de primeira necessidade para a Ajuda de Berço, uma instituição de solidariedade social que acolhe crianças em situação de risco dos 0 aos 3 anos.

“Sou embaixadora da Swatch há muitíssimo tempo. Gabo-me de ter sido o meu primeiro patrocínio, que apostou em mim quando tinha 16 anos. E hoje tenho quase 30 e continua ao meu lado. Chega a ser comovente eu estar presente em tantos eventos da Swatch. A Ajuda de Berço também é uma associação que eu conheço bem e confesso que, por egoísmo, não consigo estar tão presente como gostaria, porque a partir do momento em que tive bebés comecei a olhar para o mundo de forma diferente. E o facto de ver crianças carenciadas não só a nível financeiro, mas também de amor, é de cortar a respiração e é revoltante, mesmo! Daí achar que é muitíssimo importante contribuirmos todos e participarmos em ações solidárias ao longo de todo o ano”, sublinhou a apresentadora, de 29 anos.

sexta-feira, 7 de abril de 2017

A Vilã Solidária!


Inês Castel-Branco é uma mulher de inegável beleza – exterior, mas também interior, como prova a sua recente associação com a marca Avon. (2015)

Usando o seu papel de embaixadora da marca, a atriz deu o rosto pelo lançamento de uma t-shirt solidária que tem como mote “Pequenos Gestos Que Salvam Vidas” e cujo valor de vendas reverte na totalidade para o projeto Cruzada Contra o Cancro da Mama, que apoia a Liga Portuguesa contra o Cancro no programa de Rastreio do Cancro da Mama.

“Aquela ali sou eu. Doente, mas orgulhosa da brochura da Avon que foi hoje apresentada com a minha carinha. Orgulho de fazer parte desta família. E de lutar por causas nobres”, partilhou Inês no Facebook, onde mostrou a t-shirt solidária.

Inês Castel-Branco tem tido uma atividade frequente em ações de responsabilidade social. Além dos eventos organizados para venda de roupa em segunda mão (” Quando o Gonçalo me falou da ideia, achei queria uma oportunidade de incrível para envolver mais figuras públicas. Todas nós temos a sorte de ter muita mais roupa do que precisamos e a ideia de transformar em donativos é muito boa”, refere Inês Castel-Branco. Gonçalo Castel-Branco, irmão da actriz, é o mentor deste projecto.), participou numa campanha nacional de sensibilização para o cancro da mama e foi uma das madrinhas da Bebida Solidária da SIC Esperança, que resultou na atribuição de 500 bolsas escolares em 2012.

segunda-feira, 6 de março de 2017

Solidário Vs Solidário = Vitória


Rui Vitória está a apoiar a casa de acolhimento de crianças carenciadas.

O treinador do Benfica, Rui Vitória, natural da cidade de Alverca, é o novo padrinho solidário da Casa de Acolhimento da Fundação CEBI, também situada naquela cidade do concelho de Vila Franca de Xira. A informação é avançada pela instituição que espera que, deste modo, mais pessoas se juntem ao programa padrinhos solidários e possam apoiar economicamente as crianças carenciadas de meios familiares que se encontram institucionalizadas no CEBI.
Desde março de 2015 que o Departamento de Emergência Social da Fundação CEBI tem em vigor um Programa de Apadrinhamento, devidamente regulamentado, onde qualquer pessoa ou grupo pode apoiar economicamente e acompanhar com interesse e dedicação as crianças institucionalizadas. A iniciativa de angariação de padrinhos e madrinhas solidários pretende contribuir para a promoção e o adequado desenvolvimento das crianças, atendendo às suas necessidades e direitos.
Ao tornar-se padrinho solidário de uma criança não é assumido qualquer compromisso legal com o CEBI e a contribuição é totalmente voluntária e filantrópica, sendo estabelecido um Acordo de Apadrinhamento entre os padrinhos e o Departamento de Emergência Social, segundo o regulamento do programa. O valor da contribuição fica ao critério dos padrinhos mas o valor mínimo anual é de 200 euros. Outras informações podem ser obtidas junto da Fundação CEBI.

Fundação CEBI

A CEBI - Fundação para o Desenvolvimento Comunitário de Alverca, também designada por Fundação CEBI, é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, sem fins lucrativos, que dirige a sua atividade para crianças, jovens, Idosos e famílias, com particular atenção aos mais desfavorecidos.
Atualmente a Fundação CEBI é membro da Direção do Centro Português de Fundações e membro da Rede Ibero-Americana de Fundações Cívicas e Comunitárias.

Missão
Apoiar o desenvolvimento efetivo da Comunidade, em especial dos seus grupos mais vulneráveis, através das melhores práticas de serviço com vista à melhoria da sua qualidade de vida.

Visão
Ser reconhecida como uma Instituição de referência com intervenções oportunas e estruturadas que garantam o desenvolvimento sustentável da Comunidade.

Valores
A natureza da nossa intervenção no desenvolvimento Comunitário é pautada pelos Valores e Princípios do humanismo, da solidariedade e da igualdade de oportunidades, do desenvolvimento sustentável, que estão na base da nossa Missão e Visão. A concretização do Código de Conduta da CEBI consolida todos os princípios de transparência e a responsabilidade que caracterizam a atividade da Fundação.


(Informação retirada da página da Fundação)

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Catarina a Embaixadora!


Catarina Furtado é atriz, apresentadora de televisão e embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA). Como apresentadora, já trabalhou no canal SIC e na RTP. Ao longo da sua carreira tem abraçado diversos projectos como atriz no teatro, cinema e na ficção para televisão. É autora de contos infantis, documentários para televisão e letras de canções. Desde 2000 exerce a função de Embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA). É Fundadora e Presidente da Associação Corações com Coroa.

Embaixadora de Boa Vontade do Fundo das Nações Unidas para a População (UNFPA) desde 2000, a Catarina realiza um trabalho de proximidade em diferentes países, nas áreas da Saúde, incluindo a sexual e reprodutiva, Igualdade de Género, Violência sobre as Mulheres, Discriminação, Envolvimento Masculino, Mutilação Genital Feminina, Maternidade Segura, Maternidade/Paternidade Adolescente, Planeamento Familiar, entre outras.

Em 2012 sentiu necessidade da fundar a Corações com Coroa, da qual é presidente, uma associação sem fins lucrativos que tem como objectivo central promover uma cultura de solidariedade e inclusão sócio-afectiva das pessoas em situações de vulnerabilidade, risco e pobreza e assim contribuir para que em Portugal se promova e vivencie uma cultura de Direitos Humanos assente na Não discriminação e Não violência.

É co-autora de três séries documentais Príncipes do Nada, transmitidas na RTP entre 2005 e 2012 sobre as temáticas dos Direitos Humanos rumo aos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio. E também dos quatro documentários Dar Vida sem Morrer na Guiné Bissau, iniciativa que resultou de uma ação promovida junto da RTP com o apoio da Cooperação Portuguesa e que teve como objectivo a recolha de apoio financeiro para programas de redução da mortalidade materna e neonatal em três localidades daquele país.

Em 2010 foi convidada pelo Secretário Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon para participar como Oradora na Cimeira do Milénio em Nova Iorque enquanto “Campeã dos ODM” e na Abertura Oficial do Ano Internacional da Juventude.

Desde 2000 tem sido Oradora convidada na Apresentação Pública do Relatório sobre o Estado da População Mundial, na Assembleia da República e Ministério dos Negócios Estrangeiros.
Ao longo destes anos tem sido inúmeras vezes convidada a participar em iniciativas de Educação para o Desenvolvimento, Educação para a Cidadania e Advocacy no Parlamento, Escolas, Universidades, ONG, Associações de Empresas e tem feito muitas visitas de trabalho a países em desenvolvimento e participações em reuniões internacionais.

A partir de 2013, a missão de Catarina Furtado junto do UNFPA e nas temáticas cooperação e educação para o desenvolvimento, direitos humanos, educação e saúde sexual e reprodutiva, igualdade de género e outras têm a assessoria técnica da P&D Factor - Associação para a Cooperação sobre População e Desenvolvimento.

Enquanto Embaixadora do UNFPA, a 2 de Julho de 2013, a convite da UNECE, é moderadora do painel "Taking ICPD Beyond 2014: Partnerships and International Cooperation", na Conferência da Comissão Económica para a Europa das Nações Unidas: Enabling Choices - Population Priorities for the 21st Century" que teve lugar no Palácio das Nações em Genebra.
Entre 11 e 13 de junho de 2014, desloca-se a Praga para, a convite do UNFPA, ser oradora e moderadora na conferência "Diálogo sobre população e desenvolvimento: Construir capital humano com vista à prosperidade na Europa de Leste e Ásia Central” no painel "Mudar o mundo: investir nas jovens e nas mulheres”.

Em 2014, conjuntamente com a P&D Factor, Corações com Coroa, OIkos e ASJPAS é um dos rostos da Campanha "Continuamos à Espera" que, além de várias iniciativas de advocacy, informação e comunicação relativas à Agenda Pós 2015, recebe em Portugal a Exposição UNFPA  sobre casamentos infantis "Too young to wed”.

Em Dezembro de 2015, no seu papel de Embaixadora, recebe, em Lisboa, com a P&D Factor, Instituto Camões, IP e a Câmara Municipal de Lisboa, os participantes internacionais da iniciativa UNFPA "Interactive dialogue on ICPD Beyond 2014, and the 2030 Agenda for Sustainable Development”.

“O que faz uma embaixadora? Usa a voz como um altifalante. É a porta-voz de quem não tem voz. Não é fazer caridade. É criar estruturas e projectos que sejam auto-sustentados e que se prolonguem na vida. É partir para o terreno de países mais desfavorecidos e usar a força mediática para denunciar determinadas realidades e condições desumanas, em particular no que diz respeito às mulheres e às crianças. Quando vou à Guiné, São Tomé, Cabo Verde, Timor, Indonésia, Moçambique, vivo as emoções no local, coloco nos olhos a realidade que antes apenas lia e ouvia. E quando regresso tento ter a capacidade de comover tanto os directores de empresas como os portugueses para as minhas causas. Tem sido uma dura batalha, com o apoio cúmplice de Alice Frade, da Associação para o Planeamento da Família, e é necessário imensa imaginação para conseguir resultados positivos.”

"Conquistei o que queria sem saber o que queria...", entrevista ao Expresso em 2011.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2017

Fernanda Freitas a Empreendedora Social!


Fernanda Freitas (Porto21 de setembro de 1972) é uma jornalista portuguesa.
Iniciou a sua experiência profissional na Rádio Press- Porto e na Rádio Paris Lisboa.
Em 1992, começou o seu percurso televisivo na RTP2, passando depois pelo Canal Noticias de Lisboa , Canal 21, SIC, regressando à RTP. Colaborou e coordenou vários programas – “Causas comuns”, “Entre nós”, “Mais Europa” “ Mudar de vida”.
Durante 7 anos coordenou e apresentou o programa diário "Sociedade Civil" trabalhando diretamente com mais de 120 entidades da sociedade, vencendo 14 prémios e distinções.
Em 2013 coordena os conteúdos do programa "Autores", parceria SPA/ TVI.
Autora do livro “Sem Medo, Maria” — retratos da violência doméstica em Portugal".
Integra o Fórum da Educação para a Cidadania; Membro fundadora do Fórum dos direitos da criança e dos jovens; Membro fundadora da Associação de Voluntários de leitura; Fundadora do Movimento Moda'R Mentalidades: promoção da inclusão de pessoas deficientes através da moda.
Profª. Convidada na Pós Graduação em Direitos Humanos da Faculdade Direito da Universidade Coimbra.
Embaixadora Nacional do Ano europeu contra a pobreza e exclusão social - 2010; Presidente Nacional do Ano Europeu do Voluntariado-2011 ; Embaixadora do Ano Europeu do Envelhecimento Ativo e da Solidariedade entre Gerações- 2012.
Embaixadora do Movimento Portugal sou Eu
Ordem de Mérito Civil, 2013. Voluntária em hospitais pediátricos. Mãe há 20 anos.
Fundadora e diretora da empresa de conteúdos e comunicação Eixo Norte Sul.


Sempre empreendedora social

“Os projetos na área da responsabilidade social são os de que mais gosto, a minha paixão, o que me move.” Como por exemplo o que tem com a Confederação Portuguesa de Voluntariado para a criação de um selo de compromisso da empresa para com os voluntários. Ou a consultoria pro bono a instituições como o Cavitop – Centro de Apoio a Vítimas de Tortura do Prof. Gentil Martins, a Sociedade Portuguesa de Terapia Familiar, a Associação dos Amigos do Hospital de Santa Maria. Ou o seu projeto Moda’r Mentalidades, um desfile de pessoas deficientes. “Isso envolve alguns recursos da empresa, mas envolve sobretudo o meu tempo. Esse lado de empreendedorismo social não quero largar nunca”, afirma. Se a empresa passar a “big corp”, sonha em conseguir alimentar este lado de grandes projetos de empreendedorismo social. Por tudo isto, exclama: “A quantidade de coisas de que eu gosto e que sei fazer e estava só a fazer televisão! Não, não tenho saudades, nenhumas”, apressa-se a afirmar, antecipando-se à pergunta.” A jornalista continua lá.


Informação retirada da página: executiva.pt e Wikipédia