segunda-feira, 2 de maio de 2016

TAP - Portugal (de braços abertos?)


No contexto acentuadamente competitivo em que desenvolve a sua atividade, a TAP permanece no rumo da valorização das suas pessoas, promovendo uma cultura de partilha e participação enquanto, paralelamente, se envolve na intensificação de ações para com a Comunidade, numa atitude de incentivo à coesão social.
 A suportar 58 milhões de postos de trabalho, num âmbito global, a atividade da Indústria de Transporte Aéreo enfrenta, nos dias de hoje, uma multiplicidade de desafios. A progressiva incerteza do contexto macroeconómico, a forte volatilidade dos preços do combustível, a que acresce um clima de concorrência crescente, exige respostas rápidas, para o que é necessária uma sólida e crescente preparação dos Recursos Humanos. São, desta forma, exigidos à Indústria níveis crescentes de capacidade técnica e atitude adequada, requisitos determinantes para permitir alcançar os níveis de competitividade e de qualidade necessários ao desenvolvimento e sustentabilidade dos negócios. É neste sentido que se dirige o investimento da TAP, no âmbito do desenvolvimento dos seus Colaboradores, por forma a permitir a criação de valor e que se reflete na melhoria das condições de trabalho proporcionadas, ao fomentar e apoiar a compatibilização da vida profissional e pessoal ou promovendo e incentivando uma atitude vencedora. De referir, igualmente, no mesmo âmbito, a aplicação de um conjunto de valores na área dos direitos humanos (Princípios 1 e 2 do UN Global Compact) e dos padrões do trabalho (Princípios 3 a 6 do UN Global Compact), vetores fundamentais da personalidade empresarial que a TAP apoia e defende na sua esfera de atuação e de influência. Com a adesão, em 2004, aos princípios do UN Global Compact (Pacto Global das Nações Unidas), a TAP tem vindo a testemunhar e a conviver com as preocupações relacionadas com os direitos humanos e com as práticas laborais, consignando-as nos seus valores.
UN Global Compact Direitos Humanos
Princípio 1 – As empresas devem apoiar e respeitar a proteção dos direitos humanos reconhecidos internacionalmente;
Princípio 2 – Certificar-se de que não são cúmplices em abusos dos direitos humanos. Práticas Laborais
Princípio 3 – As empresas devem defender a liberdade de associação e o reconhecimento efetivo do direito à negociação coletiva;
Princípio 4 – A eliminação de todas as formas de trabalho forçado ou compulsório;
Princípio 5 – A erradicação efetiva do trabalho infantil;

Princípio 6 – A eliminação da discriminação no emprego e ocupação.

Visão
Desenvolver uma atuação proactiva na geração de valor económico e social, sendo identificada com princípios de transparência e de compromisso para com a sociedade, proporcionando desenvolvimento profissional e condições de trabalho compatíveis com expectativas laborais legítimas e com as exigências do mercado, e promovendo iniciativas de carácter social.

Compromisso
Constitui-se como um compromisso da TAP efetuar uma gestão responsável e comprometida, proporcionando desenvolvimento profissional dos Colaboradores na Empresa e a qualidade no trabalho, sendo identificada com princípios de transparência e tendo como como desígnio assumir um papel importante na condução das mudanças na sociedade e, desta forma, contribuir para um maior desenvolvimento e coesão social. Política com vista a garantir o cumprimento da sua responsabilidade social No seguimento da sua política, a TAP orienta-se pelos seguintes princípios:
Proporcionar condições de desenvolvimento profissional e de empregabilidade aos seus Colaboradores;
Assumir um relacionamento com os Colaboradores e respetivas organizações representativas segundo princípios éticos e de respeito mútuo;
Promover o equilíbrio entre a vida familiar e profissional;
Adotar princípios de transparência na gestão da Empresa e na relação com a sociedade;
Respeitar os princípios fundamentais de Direitos Humanos e Práticas Laborais do UN Global Compact.

Promovendo atitude de diferenciação, inovação e proximidade Louvor pelo vídeo de segurança da TAP Distinção efetuada pela Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial, presidida pelo Alto Comissariado para as Migrações, pelo vídeo de segurança exibido a bordo dos aviões TAP, pela forma como são divulgadas as normas de segurança em vigor, retratando-as através de diversidade etária, de género, de origem, de tom de pele e sotaque, presentes no nosso País, contribuindo, dessa forma para a missão de defesa do princípio da igualdade de tratamento e no combate ao racismo e xenofobia.

Gestão comprometida com o desenvolvimento da comunidade No cumprimento do seu compromisso de cidadania, a TAP continuou a promover e apoiar iniciativas de carácter social, visando integrar a responsabilidade social na sua cultura. Consciente de que a atenção pelo outro se inicia dentro da organização e se prolonga no exterior, a responsabilidade social assumiu-se como parte integrante da estratégia da Empresa e da sua cultura, tendo prosseguido, em 2014, a intensificação de ações de solidariedade social, Programas e Projetos dirigidos a diferentes grupos.

- Feira Solidária dos Voluntários com Asas Refeitório Geral da Empresa
- Projeto Vending Solidário Primeira entrega de Fruta nas instalações do CATT (Centro de Alojamento Temporário de Tercena)
- Workshop de Graffiti – Jardim da Fantasia Oferecido pela TAP às crianças do CATT (Centro de Alojamento Temporário de Tercena)

(Informação retirada do relatório anual da empresa de 2014)

quarta-feira, 6 de abril de 2016

L´Oréal - Uma beleza Social...


A Fundação L’Oréal incorpora o desejo do grupo de se comprometer com a cidadania e o progresso social, uma atitude que está firmemente ancorada em sua história.

Mais do que nunca, o desenvolvimento das empresas está de mãos dadas com grandes responsabilidades sociais, onde a generosidade tem um papel importante. A atitude da Fundação com relação à assistência mútua e à solidariedade se baseia na Ciência e na Beleza, os dois pilares sobre os quais a nossa empresa foi criada há mais de um século.

Incorporando os valores de excelência, generosidade e criatividade, a Ciência faz parte do DNA da L’Oréal. Foi, portanto, natural para a Fundação escolher a ciência como uma área de atividade. Ela se comprometeu a tornar a ciência acessível, uma atividade compartilhada e incentivada, que a Fundação decidiu apoiar.

Como a beleza e a aparência são importantes, e como uma aparência bem cuidada pode ajudar pessoas a se sentirem melhor, a Fundação decidiu se envolver em atividades de utilidade social com base no métier da beleza, beneficiando pessoas em situações vulneráveis. Um objetivo que se traduz em três iniciativas principais: a recuperação da autoestima em pessoas fragilizadas devido a eventos da vida; a beleza como um fator de inclusão social e a mobilização da nossa rede de cabeleireiros dedicados para assumir causas mútuas.

O orgulho, a emoção e os sorrisos das pessoas que ajudamos e acompanhamos a cada dia no mundo, o incentivo dos nossos parceiros, ou seja, pesquisadores, médicos, professores e profissionais de beleza – tudo isto nos motiva a continuar a promover a ciência compartilhada e a beleza generosa com o objetivo de ajudar ao próximo.

Ciência e beleza são os dois pilares de especialização sobre os quais a L’Oréal construiu a sua Fundação.

A Ciência e a Beleza são dois pilares da expertise do Grupo L'Oréal. A Fundação conta com seus ativos para desenvolver, em todo o mundo, atividades que ajudem pessoas em situações vulneráveis ou pessoas que sofrem discriminação. Nossos programas estão centrados em duas causas principais:

CIÊNCIA ACESSÍVEL

Com o seu programa Para Mulheres na Ciência, que existe desde 1998 em parceria com a Unesco em 106 países, a Fundação promove o papel das mulheres na pesquisa científica e as incentiva a escolher estas vocações. Ela também tem o compromisso de promover a educação científica ao apoiar grandes exposições ou joint ventures.

BELEZA GENEROSA

Em seu compromisso de promover a beleza generosa, a Fundação L'Oréal desenvolve atividades que, através de uma melhora na aparência pessoal, ajuda pessoas a conquistar a integridade física, psicológica ou social necessárias para que estas recuperem sua autoestima. Ela também permite que outras pessoas sigam um caminho que as leve em direção a um treinamento profissional em áreas relacionadas à beleza.

Presidido por Jean-Paul Agon, Presidente e CEO da L’Oréal, o Conselho Administrativo da Fundação é composto por 12 membros.

Presidido por Jean-Paul Agon, Presidente e CEO do Grupo L’Oréal, o Conselho Administrativo da Fundação é composto por 12 membros, dos quais 5 não pertencem ao Grupo, mas são qualificados em áreas nas quais a Fundação atua. Qual é o seu papel? Avaliar as iniciativas recebidas, determinar a diretriz geral da Fundação, aprovar o orçamento e votar projetos. O Conselho se reúne duas vezes por ano.

A EQUIPE DA FUNDAÇÃO L’ORÉAL

Sob a orientação de sua Diretora Executiva, Sara Ravella, e sua vice-diretora executiva, Anne Cohade-Zivkovic, uma equipe dedicada planeja e gerencia os programas, desenolve parcerias, prepara a orientação estratégica da Fundação e seleciona os projetos dentre aqueles submetidos ao Conselho Administrativo.

Os critérios de seleção e informações práticas sobre a apresentação de um projeto que se encaixe nas atividades da Fundação L’Oréal.

CRITÉRIOS DE ELEGIBILIDADE

Os projetos devem relacionar-se às áreas de atividade da Fundação L’Oréal.
Ciência acessível: promover a pesquisa, reforçar o papel das mulheres na Ciência, permitir a propagação da cultura científica.

Beleza generosa: ajudar pessoas afetadas por mudanças em sua aparência a recuperarem sua autoestima e se reintegrarem socialmente; ajudar pessoas em uma situação socialmente precária com treinamentos em uma área relacionada à beleza.

A Fundação não apoia nenhuma solicitação que não se encaixe em seus deveres estatutários.

Damos preferência a projetos associados com as áreas nas quais a L’Oréal atua, que sejam planejados para um período adequado e que demonstrem originalidade em sua abordagem, ao mesmo tempo em que se encaixam aos valores do Grupo e da Fundação. Pedimos que o uso proposto da assistência solicitada seja descrito de forma precisa pelo parceiro do projeto, incluindo os objetivos a serem alcançados e os indicadores que nos permitirão avaliar o impacto do apoio da Fundação.

Analisamos cuidadosamente a viabilidade de cada projeto, junto com a experiência, a estabilidade e o alcance do possível parceiro de projeto, e as partes com as quais ele trabalhará. Os projetos apresentados poderão, portanto, ser financiados por associações, ONGs, fundações francesas ou qualquer outro órgão corporativo sem fins lucrativos. A população alvo deve ser descrita com precisão.

A Fundação também leva em consideração os seguintes critérios no processo de seleção:

a originalidade e a inovação social do projeto;

seu impacto significativo na população alvo;

o potencial de mensuração precisa dos resultados do apoio fornecido pela Fundação;

as possíveis implicações para os colaboradores da L’Oréal.

CRITÉRIOS PARA NÃO ELEGIBILIDADE

Todos os projetos devem ser relacionados às áreas de atividade da Fundação: Ciência e Beleza. Eventos esportivos e culturais estão fora do escopo da Fundação.
Projetos pontuais não atendem às exigências de possíveis parcerias.
Todos os projetos que envolvam doações de produtos em locais como eventos ou festivais.
Todos os projetos devem ser realizados por estudantes e ter uma proposta humanitária.
Projetos individuais.

O PROCESSO DE SELEÇÃO

A sua proposta será examinada primeiramente pela equipe da Fundação L'Oréal a partir do ponto de vista da orientação estratégica e dos critérios de elegibilidade. Em seguida, a equipe da Fundação enviará os projetos pré-selecionados ao Conselho Administrativo.

Uma vez que o projeto tenha sido aceito pelo Conselho Administrativo, um acordo de joint venture será firmado entre o parceiro do projeto e a Fundação.

A joint venture será monitorada pela equipe da Fundação. O projeto será avaliado regularmente pelo Conselho Administrativo.

COMO ENVIAR SEU PROJETO

Envie a sua solicitação:
Envie-o para o seguinte endereço:
L'Oréal Foundation
41, rue Martre
92117 Clichy cedex
France

(Informação retirada do site (Português do Brasil))

domingo, 6 de março de 2016

Sic Esperança, o que se pode fazer num ano!

A SIC Esperança é uma Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS) de utilidade pública, transversal a todas as empresas do Grupo IMPRESA, cujo principal objetivo é o de sensibilizar a sociedade civil para os problemas sociais existentes em Portugal, trabalhando com empresas no desenvolvimento de projetos de cariz social e muitas vezes em parceria com instituições no “terreno”, com vista a contribuir para a minimização desses problemas e à construção de um país mais justo e menos desigual.

Em 2014, a SIC Esperança centrou-se na temática Empowerment e durante todo o ano prestou especial apoio ao desenvolvimento de projetos com objetivos específicos na capacitação, formação e criação de emprego.

Em outubro de 2013, a SIC Esperança celebrou o seu 10º aniversário, e para assinalá-lo foi lançada a campanha “10 anos, 10 ideias”, que durou um ano, tendo terminado em outubro de 2014. Em cada mês, foi proposto, internamente, um desafio solidário e positivo aos trabalhadores do grupo IMPRESA, sendo posteriormente alargado o apelo, através dos meios de comunicação do grupo, à população portuguesa de modo a sensibilizar a sociedade civil para a adoção de novos hábitos de cidadania.

A iniciativa lançada em janeiro (a terceira da campanha), “Mude hábitos e poupe. Apague a luz e feche a torneira”, pretendeu incentivar à mudança de comportamentos no início de mais um ano: pequenas alterações, que poderão ter lugar em casa e no local de trabalho, que impliquem esforços mínimos como apagar a luz quando se sai de uma sala, fechar a torneira sempre que não se está a usar a água, e desligar o computador, televisão, impressora e outros aparelhos eletrónicos. Com vista a relembrar a importância destes pequenos gestos, foram coladas, com a ajuda de muitos voluntários, centenas de mensagens nas nossas três instalações – S. Francisco de Sales, Carnaxide e Matosinhos – apelando à mudança de hábitos. Esta ação foi também destacada numa 3 reportagem efetuada sobre este tema na rubrica “Contas-Poupança”, do Jornal da Noite da SIC.

Na quarta iniciativa “Sorria: faz bem a si e aos outros”, no dia 26 de fevereiro, a SIC Esperança associou-se à Operação Nariz Vermelho (ONV) para a realização de uma ação de solidariedade social nas nossas instalações do grupo. Nesse dia, os Doutores Palhaços da ONV percorreram os corredores e espaços da empresa com o objetivo de gerar a confusão e aumentar os níveis de boa disposição e simultaneamente angariar voluntários que pretendam ajudar nesta causa. Centenas de colaboradores associaramse a esta causa, conseguindo angariar mais de 6.000 €, o que permitirá o financiamento do projeto-piloto, que permite aos Doutores Palhaços acompanhar as crianças no Bloco Operatório Pediátrico do Hospital Dona Estefânia, e ajudar a reduzir a ansiedade própria de uma cirurgia.

Na quinta incitativa, ”Revele a sua veia ambiental. Faça uma horta biológica” lançou-se o desafio aos trabalhadores da IMPRESA para criarem três hortas biológicas, uma em cada edifício do Grupo. Com o apoio técnico do Horto do Campo Grande, foram plantadas cebolas, alfaces, tomates, couve portuguesa, morangos, coentros, ervacidreira, entre outros alimentos cuja manutenção e gestão foi entregue a 3 IPSS sediadas nas respectivas zonas.

A sexta iniciativa: “Não olhe para o telemóvel quando está a falar com alguém” pretendeu dar a conhecer aos trabalhadores da IMPRESA e à sociedade portuguesa o “phubbing”, um termo inglês que resulta de uma mistura entre “snubbing” e “phone”, que se define como as situações em que alguém escolhe ignorar a (s) pessoa (s) que o rodeia (m) para estar centrado no que se passa no seu portátil, telemóvel ou tablet.

Trata-se de um comportamento cada vez mais frequente na nossa sociedade, em que as relações se constroem via tecnologia e não tanto através do contacto e interação pessoal. Esta ação pretendeu desta forma instar as pessoas a deixarem de lado os seus aparelhos eletrónicos e olharem em seu redor. A campanha foi veiculada nalguns dos meios do grupo, tais como, a Revista do Expresso, na rubrica “Escolhas Online” do programa “Edição da Manhã” e no programa Exame Informática, da SIC Notícias.

Após ter apelado ao civismo dos condutores (na segunda ação desta campanha), a SIC Esperança procurou promover as boas práticas junto de quem circula a pé, na sétima iniciativa “Leve a sério a segurança. Atravesse na passadeira”. Todos os anos há milhares de atropelamentos que poderiam ser evitados se houvesse mais prudência da 4 parte dos peões. Bastaria, em muitos casos, que se atravessasse a estrada em segurança sobre uma passadeira.

Para incentivar este bom hábito, a SIC Esperança convidou os atores e apresentadores da SIC Ricardo Pereira, Andreia Rodrigues e Vanessa Oliveira para se deslocarem ao Jardim de Infância Luísa Ducla Soares, em Miraflores, para falar com crianças das salas dos 5 anos sobre o tema, e depois ajudá-las a sair da escola para uma atividade no exterior, atravessando as estradas nas passadeiras.

A oitava ação, “Conviva com outras gerações: tem sempre algo a ganhar”, teve lugar no âmbito da edição de 2014 dos Ateliês Visão Júnior/SIC K, nos quais participam filhos de trabalhadores da Impresa. Desafiámos cinco profissionais da empresa para partilhar as suas histórias, incluindo o seu percurso profissional, as evoluções tecnológicas por que passaram, situações divertidas que viveram. Pedimos também que ouvissem a opinião dos seus interlocutores (três grupos de 14 miúdos com idades entre 10 e 14 anos), sobre o seu futuro, a sua interação com redes sociais, histórias que considerassem interessantes para uma publicação ou para a televisão, etc. O resultado foi um sucesso, tendo-se as sessões prolongado, muitas vezes, para além da hora.

A nona iniciativa, “Não utilize vocabulário agressivo ou inadequado na Net”, teve como objetivo ajudar os internautas a detetar “trolls” nas redes sociais, sites e chats e apresentar dicas sobre como lidar com eles. Os “trolls” são “bullies” virtuais, cujo objetivo é rebaixar os outros de forma cobarde e anónima. Em parceria com o Expresso Online, durante uma semana, ao aceder ao site do jornal, o internauta foi surpreendido com um “pop-up” de uma caricatura de um “troll”, acompanhado por dicas para o expor e identificar. Acima de tudo, pretendeu-se lançar o debate sobre este tema e apelar a uma intervenção cívica dos espaços públicos na internet.

“Elogie quem merece. Todos gostam de ser reconhecidos”, foi o mote para o encerramento da Campanha 10 anos, 10 ideias. No dia 1 de outubro, os trabalhadores do Grupo tiveram ao seu dispor postais de elogio, para poderem elogiar os colegas. Mais de 800 postais foram trocados. Nas instalações de Carnaxide, os trabalhadores foram recebidos de manhã ao som dos tambores da fanfarra dos Bombeiros Voluntários 5 de Barcarena; em Paço de Arcos, a música fez-se ouvir na hora de almoço. A SIC Esperança colocou também à disposição dos trabalhadores e do público em geral um Livro do Elogio, nas receções de todos os edifícios do grupo. Pretende-se que, no futuro, no primeiro dia útil do mês de outubro tenha lugar, no Grupo IMPRESA, o Dia do Elogio.

No âmbito da parceria, celebrada no final de 2012, entre a SIC Esperança e a Fundação Mapfre, apoiou-se, pelo segundo ano consecutivo, o projeto Lisboa 100 %, da Associação Re-food, que consiste na recolha diária dos excessos de comida dos restaurantes parceiros e distribuição a famílias carenciadas. Esta parceria permitiu a abertura de três novos núcleos durante o ano de 2014, permitindo o resgate de centenas de refeições. Atualmente, estão em funcionamento 7 núcleos na capital, e pretende-se replicar em todas as freguesias do concelho de Lisboa.

Em Junho, foi lançado o projeto “Dó Ré Mi até Si”, uma parceria entre a SIC Esperança e os Armazéns do Chiado, com o objetivo de permitir a intervenção da Associação Música nos Hospitais no Hospital pediátrico D. Estefânia, durante um ano. O projeto consiste em intervenções semanais, com a duração de 6h, onde uma equipa de dois músicos circula pelos serviços do hospital, interagindo com profissionais, doentes e familiares. Os músicos tocam música para ou com os utentes, familiares e profissionais das instituições, utilizando instrumentos musicais, a voz, objetos sonoros e gravações sonoras. No primeiro semestre do projeto já foram beneficiadas 3.000 pessoas.
A 4ª edição do projeto Bebida Solidária, em parceria com a Unicer (Vitalis), permitiu atribuir 810 bolsas para a aquisição de material escolar e equipamento desportivo a crianças e jovens do 1º e 2º ciclo do ensino básico em situação de carência económica comprovada. Foram rececionadas 1.552 candidaturas, e a SIC Esperança contou com o apoio de 85 Instituições de Solidariedade Social de todo o país. Este projeto, que nasceu em 2011, já angariou uma verba superior a 200 mil euros, o que permitiu investir no futuro de 2.251 alunos por todo o país.

A SIC Esperança, em parceria com a Porto Editora, lançou a segunda edição do projeto Musicoterapia para Autistas, que pretende equipar salas de musicoterapia em Instituições que trabalham com crianças e jovens com espetro do autismo. Na primeira edição, foi possível equipar 5 salas de musicoterapia, na Fundação AMA, na APPDA do Algarve, APPDA de São Miguel e Santa Maria, APPDA da Madeira e na APSA, beneficiando cerca de 300 crianças e jovens. Ao aplicarmos esta terapia procura-se 6 influir, direta ou indiretamente, sobre o bem-estar emocional, relações interpessoais, desenvolvimento pessoal, autodeterminação e inclusão social dos visados.

Em 2014 foi lançada a 2ª edição do projeto Liberdade de Expressão e Redes Sociais, em parceria com a Rede de Bibliotecas Escolares, com o mote “Como seria a vida sem redes sociais?”. Este concurso, dirigido a estudantes do 3º ciclo do ensino básico e secundário, com idade igual ou superior a 13 anos, tem como objetivo suscitar a reflexão e o debate sobre a temática da liberdade de expressão e das redes sociais, bem como os respetivos limites e regras para a sua utilização cívica.

Anualmente, a SIC Esperança apela ao espírito voluntário dos trabalhadores do Grupo IMPRESA para 3 dias de trabalhos de remodelação de uma Instituição situada no concelho de Oeiras, numa lógica de boa vizinhança. Este ano, a SIC Esperança, com o apoio da Câmara Municipal de Oeiras, associou-se à Associação Moinho em Movimento, e ao seu recém-criado projeto de empreendedorismo social Desingosta, criado por jovens do bairro, cujo objetivo é dar uma resposta social às necessidades diagnosticadas no Bairro Moinho das Rolas, em Porto Salvo, através da criação de um Centro Comunitário. Durante 72 horas, cerca de 100 voluntários deram o seu contributo para criar 4 salas de raiz: a sede, a incubadora social, o centro cultural e a sala de estudo.

Em 2014 foi lançada a 5ª edição do Prémio SIC Esperança Rock In Rio Escola Solar. A verba do financiamento é gerada através da venda de eletricidade produzida por painéis solares instalados pelo país, aquando da edição de 2008 do Rock in Rio Lisboa e do concurso Escola Solar. Na 5ª edição foram rececionadas 147 candidaturas de Instituições distribuídas por todo o país, e o júri premiou o projeto “comunicando@com.todos”, apresentado pela Associação de Pais e Amigos das Crianças Inadaptadas de Barcelos. O projeto visa proporcionar a um conjunto de beneficiários da APACI com perturbações da comunicação, ferramentas que lhes permitam tornar a sua comunicação mais funcional. Este Sistema de Comunicação Aumentativa ou Alternativa (SAAC) – Tablet + Vox4all permite criar um conjunto de grelhas inter-relacionadas, com imagens, que acionadas reproduzem (com saída de voz) o texto que foi previamente selecionado. Este sistema inovador permitirá, assim, a indivíduos cuja fala é impercetível ou apenas funcional em contextos restritos, poderem aumentar o número de interações.

A SIC Esperança associou-se à cadeia de distribuição alimentar Lidl, e a diversas empresas parceiras, no âmbito do Movimento Mais Para Todos, um projeto de Natal, 7 que teve como objetivo a angariação e doação de fundos para apoiar Instituições de Solidariedade Social que ajudam as comunidades locais no “terreno”. Entre 1 e 24 de dezembro, por cada compra efetuada nas lojas Lidl, a marca doou 0,10€. A esse valor juntaram-se donativos monetários das marcas parceiras, o que permitiu angariar 1.029.054,40 euros que serão distribuídos pelos 54 projetos escolhidos pelo júri, de um universo de 748 projetos submetidos. A SIC Esperança irá, em 2015, acompanhar e monitorizar a implementação dos 54 projetos vencedores.

A SIC Esperança foi uma vez mais eleita pela organização do Torneio de Golfe Expresso/BPI como beneficiária de parte das verbas das inscrições, tendo em 2014 as verbas revertido para o projeto “Família Online” apresentado pela Liga Portuguesa Contra o Cancro. Este projeto pretende possibilitar o contacto dos doentes oncológicos, em regime de internamento ou ambulatório, através de um sistema de comunicação por videoconferência, com os seus familiares e amigos, na maioria da rede hospitalar do Serviço Nacional de Saúde com serviços de oncologia e em lares de doentes. Este serviço não terá qualquer custo para o doente oncológico, possibilitando um contacto mais próximo e pessoal do que, por exemplo, o contacto telefónico, o que é fundamental para o bem-estar psicoemocional dos doentes na fase dos tratamentos, quando estão internados em hospitais ou em regime ambulatório, longe da sua área de residência.

No âmbito da parceria com a Fiat em 2009, a SIC Esperança criou bolsas de estudo para jovens que cresceram em Instituições Particulares de Solidariedade Social e que desejam frequentar a universidade. Em 2014, continuámos a apoiar quatro jovens.

A ação de Natal interna, desenvolvida em parceria com o Instituto Português do Sangue e da Transplantação, decorreu por altura do Dia de Reis e consistiu num apelo a todos os colaboradores do grupo para doarem sangue, e deste modo fazer frente à escassez de doações de sangue que se faz sentir no país.

(informação retirada do site do grupo Impresa)

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Janssen "Life is life"

Até 2020, o mundo dos cuidados de saúde será caracterizado por doentes informados, que querem ter acesso ao melhor tratamento disponível. As novas soluções terapêuticas, para as necessidades médicas ainda não preenchidas, devem ser desenvolvidas através de parcerias com a indústria, a academia, as entidades governamentais, profissionais de saúde e doentes. Conseguiremos alcançar este objetivo trabalhando lado a lado com os stakeholders da área da saúde e fomentando o talento das nossas pessoas.
Desenvolver soluções sustentáveis e integradas para os cuidados de saúde, através do trabalho com doentes, médicos e outros stakeholders, baseado em parcerias de confiança e de transparência. Continuaremos a investir nas nossas pessoas para que possam sentir-se realizadas e para que possamos ajudar a construir a liderança do futuro.

Responsabilidade Social e Corporativa Janssen

A Janssen está totalmente comprometida em fornecer produtos e serviços de alta qualidade. Colocamos sempre as necessidades e o bem-estar dos nossos doentes, em primeiro lugar.
Implementamos iniciativas de apoio aos doentes e associações de doentes e desenvolvemos programas de saúde dirigidos às comunidades mais desfavorecidas. Entre muitos programas de ajuda humanitária, disponibilizámos apoio em cuidados de saúde e fornecimento de água potável aos refugiados do Darfur, no Sudão. De destacar também o apoio a mais de 100 programas filantrópicos em mais de 50 países.

E em Portugal?

Durante vários anos, em parceria com a Associação Terra dos Sonhos, realizámos o sonho de várias crianças com doença crónica e/ou terminal de conhecerem pessoalmente o Pai Natal, numa viagem inesquecível à Lapónia. A iniciativa insere-se no âmbito da política de Responsabilidade Social da Janssen, e pretende proporcionar um momento de alegria e “magia” a um conjunto de crianças, todos os anos. Juntamente com as crianças e os profissionais de saúde que as acompanham, viajam sempre dois colaboradores voluntários da Janssen, que ajudam nas atividades e partilham diariamente com os colegas, através da Internet, os acontecimentos mais importantes, fotografias e filmes, numa espécie de “Diário de Viagem”. Atendendo aos cuidados e atenção que as crianças precisam, esta viagem mágica significa, para muitos deles, uma esperança na sua cura, uma experiência única e afastada dos seus problemas diários, à parte das saudades da família, que são impossíveis de afastar… sentimo-nos orgulhosos por poder contribuir para esta causa e fazer parte daqueles sorrisos.
No final de 2013, durante um dia, 170 voluntários do grupo de companhias Johnson & Johnson ajudaram na reconstrução da Quinta de Santa Marta, pertencente à Instituição Centro da Sagrada Família em Algés, através de várias atividades como: pintura, limpeza, jardinagem e decoração. Esta instituição apoia 220 crianças entre os quatro meses e os seis anos de idade no seu processo de aprendizagem e presta apoio a 120 famílias carenciadas, oferecendo-lhes mantimentos e outros bens (roupas, brinquedos, móveis, equipamentos domésticos).
Durante o mês de junho de 2014, o grupo de famílias Johnson & Johnson celebrou o Global Care Month. Nesse mês, 186 voluntários do grupo e respetivas famílias participaram nas mais diversas iniciativas de voluntariado. As atividades incluíram preparação de ceias e de bancos de roupa na Comunidade Vida e Paz, recolha e preparação de refeições na Refood, visitas a idosos através da Associação Coração Amarelo e triagem e reciclagem de radiografias na AMI. Também foi realizada uma ação de proteção e conservação das florestas.

Um exemplo puro de compromisso ambiental

O nosso centro de investigação em Beerse (Bélgica) tem a sua própria purificação de água. Este exemplo reflete a nossa dedicação para ser ambientalmente responsável na maneira como desenvolvemos e produzimos os nossos medicamentos. Para que estejamos sempre um passo a frente, a nossa sede europeia investiu € 13 milhões em cuidados ambientais. É assim que preenchemos a lacuna entre problemas e soluções.
O nosso desafio é alcançar um equilíbrio saudável entre a consciência ambiental, o sucesso económico e responsabilidade social. E nós trabalhamos arduamente para gerir o nosso impacto ambiental através da gestão dos recursos naturais como a água, melhorando a eficiência em energia e matérias-primas, e também por eliminar os resíduos de forma adequada.
A nossa capacidade de impactar o meio ambiente é muito importante para os nossos colaboradores em todo o mundo. Como cidadãos globais, estamos cientes de medidas que podem poupar energia em casa e no trabalho.

“Acreditamos que a nossa principal responsabilidade existe para com médicos, enfermeiros e doentes, para com as mães e pais e todos os que usam os nossos produtos e serviços.... Somos responsáveis perante as comunidades em que vivemos e trabalhamos...” em O Nosso Credo

(toda a informação foi retirada do site da empresa - www.janssen.pt)

domingo, 3 de janeiro de 2016

SUMOL+COMPAL faz bem!!!

Responsabilidade Corporativa (Social) da SUMOL+COMPAL



A SUMOL+COMPAL é uma jovem empresa, nascida da integração do Grupo Sumol e da Compal que, ao longo de mais de 50 anos, construíram uma ligação com os consumidores através das suas marcas de sucesso e com a população, em geral, uma relação de proximidade pela sua postura e atitude de responsabilidade para com as comunidades envolventes.

Quer o Grupo Sumol, quer a Compal sempre tiveram posturas claras nesta matéria e cada uma, à sua maneira, relataram as suas contribuições em termos económicos, sociais e ambientais. 

Hoje em dia a SUMOL+COMPAL tem estes compromissos:
               -Compromisso com Clientes;
               -Compromisso da Industria alimentar sobre Alimentação, Atividade Física e Saúde;
               -Posição NEV – Nutrição e Estilos de Vida.

Compromisso com Clientes:

Cada vez mais os Clientes estão cientes da importância de um modelo sustentável, apresentam requisitos que extravasam o tradicional caderno de encargos funcional. Têm, por isso, vindo a ser subscritos códigos dos Clientes, que implicam compromissos ambientais e sociais, no sentido de se garantir um desenvolvimento sustentável da cadeia de valor.

Compromissos da indústria alimentar sobre Alimentação, Atividade Física e Saúde:

É hoje amplamente reconhecido que o aumento significativo de certas doenças não transmissíveis (tais como as doenças cardiovasculares, a hipertensão e a diabetes) está diretamente relacionado com o aumento de prevalência da obesidade, resultante de uma diversidade de fatores entre os quais os maus hábitos alimentares, a reduzida prática de atividade física e as alterações nos estilos de vida das populações.
A Organização Mundial de Saúde já reconheceu que os esforços para orientar as populações para a melhoria da sua alimentação e promoção da saúde requerem uma ação conjunta dos vários parceiros – incluindo o sector privado. A indústria alimentar e das bebidas tem vindo a assumir seriamente as suas responsabilidades e deu já início a um conjunto de compromissos e ações concretas nesse sentido:

                - Compromisso 1: Composição e disponibilidade de produtos;
                - Compromisso 2: Informação nutricional dirigida aos consumidores;
                - Compromisso 3: Marketing e publicidade dirigidos a crianças;
                - Compromisso 4: Promoção da atividade física e estilos de vida saudáveis;
                - Compromisso 5: Parcerias.

(Os compromissos estão mais detalhados em http://www.sumolcompal.pt/app/uploads/projectos/10900169034f3d4080a40a0.pdf)


Posição NEV – Nutrição e Estilos de Vida:

Relembrando que, o aumento significativo de certas doenças não transmissíveis (tais como as doenças cardiovasculares, a hipertensão e a diabetes) está diretamente relacionado com o aumento de prevalência da obesidade, resultante de uma diversidade de fatores que conduziram a alterações nos estilos de vida das populações, nomeadamente à redução da prática de atividade física e à degradação dos hábitos alimentares.
Tendo em conta a sua dimensão e áreas de atuação, a SUMOL+COMPAL considera que pode contribuir para a melhoria dos estilos de vida das comunidades em que se insere, em particular ao nível dos hábitos alimentares.
Resultando a obesidade do desencontro persistente entre a energia ingerida e a energia despendida, a SUMOL+COMPAL disponibiliza uma grande variedade de bebidas de baixo teor calórico. Para além do equilíbrio energético, as dietas devem também ser equilibradas ao nível da sua composição em nutrientes, considerando todos os de que necessitamos e não esquecendo a importância da água para a saúde. A SUMOL+COMPAL vem contribuindo para a qualidade da dieta ao disponibilizar produtos ricos em água, vitaminas, minerais, fibras, etc., em particular através do seu vasto portfolio de bebidas ricas em sumo.
A SUMOL+COMPAL assume seriamente as suas responsabilidades, as quais estão refletidas nos cinco compromissos de ação que servirão de orientação para os próximos anos.
(mais pormenores em http://www.sumolcompal.pt/app/uploads/projectos/1562760664a1d47dbc00ce.pdf)

Para além destes compromissos a SUMOL+COMPAL desenvolve estes projetos junto da comunidade:

                - Apoio às Comunidades Locais:

A SUMOL+COMPAL elegeu as comunidades onde tem atividade como as comunidades prioritárias a apoiar com aquilo que fazemos de melhor, ou seja, através dos produtos e da promoção de estilos de vida saudáveis. É nessa lógica que são fundadores do programa Oeiras Solidária.
(http://www.sumolcompal.pt/app/uploads/projectos/19289328204f3d449df2162.pdf)
               
- Projetos Sociais nos Mercados Internacionais:

Nos mercados de países em vias de desenvolvimento onde tem uma posição relevante, procuram sistematicamente identificar causas que contribuam para a sustentabilidade do país e desenvolver projetos através das Marcas (da SUMOL+COMPAL) mais relevantes nesses mercados.
É nesse enquadramento que desenvolvem um protocolo com a FICASE (Fundação
Cabo-verdiana de Acão Social Escolar), com foco nas crianças mais carenciadas.
O projeto com a FICASE, sob a égide da Marca Compal, nasceu da vontade de se tornar a Marca ainda mais próxima dos consumidores cabo-verdianos e retribuir à sociedade a confiança que tem depositado na Marca. O projeto tem várias valências.
Para celebrar esta parceria global criaram o Dia Compal em Cabo Verde. É um dia de festa que reúne alunos de várias escolas inscritos na FICASE numa escola, selecionada pela FICASE, e que inclui uma refeição quente e um espetáculo de e para as crianças, com alguns convidados especiais.

                - Projeto Reflorestação.

Um projeto que muito orgulha a Marca é o da reflorestação das serras de Portugal que decorreu até 2010 e que ultrapassou o milhão de árvores plantadas, fruto da forte adesão dos consumidores. Ao ser desenvolvido em estreita em parceria com o Instituto de Conservação da Natureza & Biodiversidade permitiu a plantação de árvores autóctones (ou seja, árvores que são naturais no nosso país) no Parque Natural da Serra da Estrela e noutras Áreas Protegidas.
O objetivo era a recuperação de habitats fragilizados e assim garantir uma floresta diversificada, resistente ao fogo e rica em biodiversidade. Naturalmente que, de forma indireta, também contribuiu para a captura de CO2, tema relevante em matéria de alterações climáticas.
A sensibilização dos consumidores, levando-os também a plantar árvores e proteger a floresta foi também uma preocupação do projeto.
Pode obter mais informação sobre o projeto no site da Marca www.aguaserradaestrela.pt.

Estamos à espera de uma nova fase deste projeto de Reflorestação!

(Toda a informação foi retirada do site da empresa e quase sem alterações tendo como objetivo informar e dar a conhecer a responsabilidade da empresa no seu meio envolvente, visite em http://www.sumolcompal.pt/)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

A discriminação da deficiência é um caso de Direitos Humanos.



A Associação Portuguesa de Deficientes (A.P.D.), constituída em 1972

-A Associação é uma organização não governamental, sem fins lucrativos dotada de personalidade jurídica e tem a nacionalidade portuguesa.

- A Associação é uma organização de pessoas com deficiência.

- Os órgãos da Associação quer Nacionais, quer Distritais ou Locais, serão necessariamente compostos por uma maioria de pessoas com deficiência, sendo o Presidente sempre uma pessoa com deficiência.

- A Associação poderá adoptar um símbolo e uma bandeira cujas características constarão de regulamento interno.

-A Associação prossegue a sua actividade em todo o território nacional, através de órgãos centrais, delegações distritais e delegações locais implantadas nas sedes dos concelhos e freguesias e tem sede no Largo do Rato, 1B em Lisboa.

-As localidades de funcionamento das sedes dos órgãos distritais e locais serão determinadas pelas assembleias distritais respectivas.

 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

Os princípios fundamentais da Associação emanam da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, incluindo as pessoas com deficiência física, mental, intelectual ou sensorial, e são os seguintes:

Não discriminação;

Igualdade de oportunidades;

Participação;

Plena inclusão.

OBJECTIVO

A Associação tem por objecto a representação, promoção e defesa de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais das pessoas com deficiência portuguesas.

Na prossecução do objectivo compete, nomeadamente, à Associação:

a) Promover a criação de uma ampla solidariedade entre todas as pessoas com deficiência, fazer despertar e alicerçar nestes, a consciência dos direitos que lhes assistem e organizadamente travar a luta pela sua plena inclusão e participação social;

b) Pugnar por um planeamento nacional integrado da habilitação e reabilitação das pessoas com deficiência e pelas acções concretas em que se traduza;

c) Negociar e participar na elaboração da legislação, e em tudo que respeita à problemática das pessoas com deficiência, com organismos da Administração Central, Regional e Local e com outras organizações;

d) Promover a igualdade de género, a multiculturalidade e a interculturalidade

e) Promover e patrocinar iniciativas e actividades de natureza educativa, profissional, social, cultural, desportiva e outras;

f) Sensibilizar, esclarecer e mobilizar a opinião pública para a amplitude e imperatividade da resolução dos problemas das pessoas com deficiência, nas suas múltiplas incidências, presentes e futuras, ao nível nacional e internacional;

g) Prestar apoio aos sócios, incluindo na vertente de consumidores;

h) Criar e montar laços de cooperação para o desenvolvimento com ONG portuguesas ou estrangeiras, particularmente dos países de língua portuguesa em vias de desenvolvimento;

i) Apoiar a concepção e execução de programas e projectos de natureza social levadas a cabo pelas ONG nos países de língua portuguesa em vias de desenvolvimento, com vista à promoção e protecção dos direitos humanos dos cidadãos com deficiência;

j) Filiar-se em organizações nacionais e internacionais que prossigam fins de defesa dos direitos humanos;

k) Contribuir para um desenvolvimento sustentável;

l) Utilizar os demais meios que possam, idoneamente, servir os seus fins.

Competência

Compete à Delegação Distrital e Local:

a) Executar as deliberações da Assembleia Geral, da sua Assembleia Distrital e do Conselho Nacional e as directrizes e os programas de actuação definidos pela Direcção Nacional, adaptando-os criteriosamente às realidades regionais;

b) Representar a Associação, nos termos e para os efeitos deste artigo, em juízo ou fora dele. A Direcção Local consulta a Direcção Distrital no que toca à sua normal administração, respeitando-se a hierarquia dos órgãos estatutários da Associação;

c) Promover e patrocinar iniciativas e actividades de natureza educativa, profissional, social, cultural, desportiva e outras, assim como outras formas de organização, dentro dos princípios básicos da Associação depois de consultada a Direcção Nacional;

d) Administrar os fundos distritais da Associação e manter sob sua responsabilidade os bens e valores que lhes estejam confiados;

e) Assegurar os serviços administrativos distritais, organizar a cobrança de quota;

f) Utilizar todos os meios ressalvados, os que se inscrevam nas esferas de competência própria dos órgãos deliberativos e dos demais órgãos de gestão, que integralmente exercitem os fins da Associação;

h) Pagar despesas até ao limite de 2.500,00, para satisfazer aquisições ou pagamentos de reparações, que não se enquadrem nas despesas mensalmente comprometidas.

i) As despesas superiores a 2.500,00 com aquisições devem ser, previamente, autorizadas pela Direcção Nacional;

i) As despesas superiores a cem mil escudos com aquisições devem ser, previamente, autorizadas pela Direcção Nacional;

j) Aceitar heranças, legados e doações que lhe sejam concretamente destinados;

k) Contratar pessoal, após autorização da Direcção Nacional sobre proposta fundamentada assumindo integralmente todas as despesas daí provenientes;

l) Apresentar à Direcção Nacional durante o mês de Fevereiro de cada ano o Relatório e Contas do ano anterior;

m) Apresentar até trinta de Novembro de cada ano um orçamento de receitas e despesas para o ano seguinte;

n) Propor à Direcção Nacional, devidamente fundamentada, a nomeação de sócios honorários.


(Informação retirada do site da associação)

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Dia Mundial da Diabetes - 14 de Novembro - AJDP


A Associação de Jovens Diabéticos de Portugal é uma instituição particular de solidariedade social com sede em Rua Tierno Galvan, Torre 3, Piso 6, Apartamento 606, 1070-274 Lisboa.
A Associação de Jovens Diabéticos de Portugal tem por objetivos a defesa dos interesses dos jovens diabéticos e a sua promoção social desmistificando a diabetes como doença incapacitante junto dos Associados, família e população em geral. O seu âmbito de ação é nacional.
Para realização dos seus objetivos, a instituição propõe-se criar e manter as seguintes atividades:

Encontros de convívio e desportivos;
Campos de férias e fins-de-semana para jovens diabéticos;
Passeios e atividades lúdicas;
Ações de formação e educação sobre diabetes.

A organização e funcionamento dos diversos sectores de atividades constarão de regulamentos internos elaborados pela Direção.
1. Os serviços prestados pela instituição serão gratuitos ou remunerados em regime de porcionismo, de acordo com a situação económico-financeira dos utentes, apurada em inquérito a que se deverá sempre proceder.
2. As tabelas de comparticipação dos utentes serão elaboradas em conformidade com as normas legais aplicáveis e com os acordos de cooperação que sejam celebrados com os serviços oficiais competentes.

Podem ser associados pessoas singulares com mais de 14 anos (ou com idade inferior a 14 anos, desde que previamente autorizados por escrito pelo detentor do poder paternal do jovem), e as pessoas coletivas.

Haverá duas categorias de associados:
Honorários - as pessoas que, através de serviços ou donativos, dêem contribuição especialmente relevante para a realização dos fins da instituição, como tal reconhecida e proclamada pela assembleia geral.
Efetivos - as pessoas que se proponham colaborar na realização dos fins da associação obrigando-se ao pagamento da quota mensal, no montante fixado pela assembleia geral.
A qualidade de associado será da competência da Direção da Associação e prova-se pela inscrição no livro respetivo que a Associação obrigatoriamente possuirá.

São direitos dos associados:

Participar nas reuniões da assembleia geral;
Eleger e ser eleito para os cargos sociais;
Requerer a convocação da assembleia geral extraordinária nos termos do nº 3 do artº 29º;
Examinar os livros, relatórios e contas e demais documentos, desde que o requeiram por escrito com a antecedência mínima de 15 dias e se verifique um interesse pessoal, directo e legítimo.

São deveres dos associados:

Pagar pontualmente as suas quotas tratando-se de associados efetivos;
Comparecer às reuniões da assembleia geral;
Observar as disposições estatutárias e regulamentos e as deliberações dos corpos gerentes;

Desempenhar com zelo, dedicação e eficiência os cargos para que forem eleitos.

(Informação retirada do site da associação)