segunda-feira, 8 de fevereiro de 2016

Janssen "Life is life"

Até 2020, o mundo dos cuidados de saúde será caracterizado por doentes informados, que querem ter acesso ao melhor tratamento disponível. As novas soluções terapêuticas, para as necessidades médicas ainda não preenchidas, devem ser desenvolvidas através de parcerias com a indústria, a academia, as entidades governamentais, profissionais de saúde e doentes. Conseguiremos alcançar este objetivo trabalhando lado a lado com os stakeholders da área da saúde e fomentando o talento das nossas pessoas.
Desenvolver soluções sustentáveis e integradas para os cuidados de saúde, através do trabalho com doentes, médicos e outros stakeholders, baseado em parcerias de confiança e de transparência. Continuaremos a investir nas nossas pessoas para que possam sentir-se realizadas e para que possamos ajudar a construir a liderança do futuro.

Responsabilidade Social e Corporativa Janssen

A Janssen está totalmente comprometida em fornecer produtos e serviços de alta qualidade. Colocamos sempre as necessidades e o bem-estar dos nossos doentes, em primeiro lugar.
Implementamos iniciativas de apoio aos doentes e associações de doentes e desenvolvemos programas de saúde dirigidos às comunidades mais desfavorecidas. Entre muitos programas de ajuda humanitária, disponibilizámos apoio em cuidados de saúde e fornecimento de água potável aos refugiados do Darfur, no Sudão. De destacar também o apoio a mais de 100 programas filantrópicos em mais de 50 países.

E em Portugal?

Durante vários anos, em parceria com a Associação Terra dos Sonhos, realizámos o sonho de várias crianças com doença crónica e/ou terminal de conhecerem pessoalmente o Pai Natal, numa viagem inesquecível à Lapónia. A iniciativa insere-se no âmbito da política de Responsabilidade Social da Janssen, e pretende proporcionar um momento de alegria e “magia” a um conjunto de crianças, todos os anos. Juntamente com as crianças e os profissionais de saúde que as acompanham, viajam sempre dois colaboradores voluntários da Janssen, que ajudam nas atividades e partilham diariamente com os colegas, através da Internet, os acontecimentos mais importantes, fotografias e filmes, numa espécie de “Diário de Viagem”. Atendendo aos cuidados e atenção que as crianças precisam, esta viagem mágica significa, para muitos deles, uma esperança na sua cura, uma experiência única e afastada dos seus problemas diários, à parte das saudades da família, que são impossíveis de afastar… sentimo-nos orgulhosos por poder contribuir para esta causa e fazer parte daqueles sorrisos.
No final de 2013, durante um dia, 170 voluntários do grupo de companhias Johnson & Johnson ajudaram na reconstrução da Quinta de Santa Marta, pertencente à Instituição Centro da Sagrada Família em Algés, através de várias atividades como: pintura, limpeza, jardinagem e decoração. Esta instituição apoia 220 crianças entre os quatro meses e os seis anos de idade no seu processo de aprendizagem e presta apoio a 120 famílias carenciadas, oferecendo-lhes mantimentos e outros bens (roupas, brinquedos, móveis, equipamentos domésticos).
Durante o mês de junho de 2014, o grupo de famílias Johnson & Johnson celebrou o Global Care Month. Nesse mês, 186 voluntários do grupo e respetivas famílias participaram nas mais diversas iniciativas de voluntariado. As atividades incluíram preparação de ceias e de bancos de roupa na Comunidade Vida e Paz, recolha e preparação de refeições na Refood, visitas a idosos através da Associação Coração Amarelo e triagem e reciclagem de radiografias na AMI. Também foi realizada uma ação de proteção e conservação das florestas.

Um exemplo puro de compromisso ambiental

O nosso centro de investigação em Beerse (Bélgica) tem a sua própria purificação de água. Este exemplo reflete a nossa dedicação para ser ambientalmente responsável na maneira como desenvolvemos e produzimos os nossos medicamentos. Para que estejamos sempre um passo a frente, a nossa sede europeia investiu € 13 milhões em cuidados ambientais. É assim que preenchemos a lacuna entre problemas e soluções.
O nosso desafio é alcançar um equilíbrio saudável entre a consciência ambiental, o sucesso económico e responsabilidade social. E nós trabalhamos arduamente para gerir o nosso impacto ambiental através da gestão dos recursos naturais como a água, melhorando a eficiência em energia e matérias-primas, e também por eliminar os resíduos de forma adequada.
A nossa capacidade de impactar o meio ambiente é muito importante para os nossos colaboradores em todo o mundo. Como cidadãos globais, estamos cientes de medidas que podem poupar energia em casa e no trabalho.

“Acreditamos que a nossa principal responsabilidade existe para com médicos, enfermeiros e doentes, para com as mães e pais e todos os que usam os nossos produtos e serviços.... Somos responsáveis perante as comunidades em que vivemos e trabalhamos...” em O Nosso Credo

(toda a informação foi retirada do site da empresa - www.janssen.pt)

domingo, 3 de janeiro de 2016

SUMOL+COMPAL faz bem!!!

Responsabilidade Corporativa (Social) da SUMOL+COMPAL



A SUMOL+COMPAL é uma jovem empresa, nascida da integração do Grupo Sumol e da Compal que, ao longo de mais de 50 anos, construíram uma ligação com os consumidores através das suas marcas de sucesso e com a população, em geral, uma relação de proximidade pela sua postura e atitude de responsabilidade para com as comunidades envolventes.

Quer o Grupo Sumol, quer a Compal sempre tiveram posturas claras nesta matéria e cada uma, à sua maneira, relataram as suas contribuições em termos económicos, sociais e ambientais. 

Hoje em dia a SUMOL+COMPAL tem estes compromissos:
               -Compromisso com Clientes;
               -Compromisso da Industria alimentar sobre Alimentação, Atividade Física e Saúde;
               -Posição NEV – Nutrição e Estilos de Vida.

Compromisso com Clientes:

Cada vez mais os Clientes estão cientes da importância de um modelo sustentável, apresentam requisitos que extravasam o tradicional caderno de encargos funcional. Têm, por isso, vindo a ser subscritos códigos dos Clientes, que implicam compromissos ambientais e sociais, no sentido de se garantir um desenvolvimento sustentável da cadeia de valor.

Compromissos da indústria alimentar sobre Alimentação, Atividade Física e Saúde:

É hoje amplamente reconhecido que o aumento significativo de certas doenças não transmissíveis (tais como as doenças cardiovasculares, a hipertensão e a diabetes) está diretamente relacionado com o aumento de prevalência da obesidade, resultante de uma diversidade de fatores entre os quais os maus hábitos alimentares, a reduzida prática de atividade física e as alterações nos estilos de vida das populações.
A Organização Mundial de Saúde já reconheceu que os esforços para orientar as populações para a melhoria da sua alimentação e promoção da saúde requerem uma ação conjunta dos vários parceiros – incluindo o sector privado. A indústria alimentar e das bebidas tem vindo a assumir seriamente as suas responsabilidades e deu já início a um conjunto de compromissos e ações concretas nesse sentido:

                - Compromisso 1: Composição e disponibilidade de produtos;
                - Compromisso 2: Informação nutricional dirigida aos consumidores;
                - Compromisso 3: Marketing e publicidade dirigidos a crianças;
                - Compromisso 4: Promoção da atividade física e estilos de vida saudáveis;
                - Compromisso 5: Parcerias.

(Os compromissos estão mais detalhados em http://www.sumolcompal.pt/app/uploads/projectos/10900169034f3d4080a40a0.pdf)


Posição NEV – Nutrição e Estilos de Vida:

Relembrando que, o aumento significativo de certas doenças não transmissíveis (tais como as doenças cardiovasculares, a hipertensão e a diabetes) está diretamente relacionado com o aumento de prevalência da obesidade, resultante de uma diversidade de fatores que conduziram a alterações nos estilos de vida das populações, nomeadamente à redução da prática de atividade física e à degradação dos hábitos alimentares.
Tendo em conta a sua dimensão e áreas de atuação, a SUMOL+COMPAL considera que pode contribuir para a melhoria dos estilos de vida das comunidades em que se insere, em particular ao nível dos hábitos alimentares.
Resultando a obesidade do desencontro persistente entre a energia ingerida e a energia despendida, a SUMOL+COMPAL disponibiliza uma grande variedade de bebidas de baixo teor calórico. Para além do equilíbrio energético, as dietas devem também ser equilibradas ao nível da sua composição em nutrientes, considerando todos os de que necessitamos e não esquecendo a importância da água para a saúde. A SUMOL+COMPAL vem contribuindo para a qualidade da dieta ao disponibilizar produtos ricos em água, vitaminas, minerais, fibras, etc., em particular através do seu vasto portfolio de bebidas ricas em sumo.
A SUMOL+COMPAL assume seriamente as suas responsabilidades, as quais estão refletidas nos cinco compromissos de ação que servirão de orientação para os próximos anos.
(mais pormenores em http://www.sumolcompal.pt/app/uploads/projectos/1562760664a1d47dbc00ce.pdf)

Para além destes compromissos a SUMOL+COMPAL desenvolve estes projetos junto da comunidade:

                - Apoio às Comunidades Locais:

A SUMOL+COMPAL elegeu as comunidades onde tem atividade como as comunidades prioritárias a apoiar com aquilo que fazemos de melhor, ou seja, através dos produtos e da promoção de estilos de vida saudáveis. É nessa lógica que são fundadores do programa Oeiras Solidária.
(http://www.sumolcompal.pt/app/uploads/projectos/19289328204f3d449df2162.pdf)
               
- Projetos Sociais nos Mercados Internacionais:

Nos mercados de países em vias de desenvolvimento onde tem uma posição relevante, procuram sistematicamente identificar causas que contribuam para a sustentabilidade do país e desenvolver projetos através das Marcas (da SUMOL+COMPAL) mais relevantes nesses mercados.
É nesse enquadramento que desenvolvem um protocolo com a FICASE (Fundação
Cabo-verdiana de Acão Social Escolar), com foco nas crianças mais carenciadas.
O projeto com a FICASE, sob a égide da Marca Compal, nasceu da vontade de se tornar a Marca ainda mais próxima dos consumidores cabo-verdianos e retribuir à sociedade a confiança que tem depositado na Marca. O projeto tem várias valências.
Para celebrar esta parceria global criaram o Dia Compal em Cabo Verde. É um dia de festa que reúne alunos de várias escolas inscritos na FICASE numa escola, selecionada pela FICASE, e que inclui uma refeição quente e um espetáculo de e para as crianças, com alguns convidados especiais.

                - Projeto Reflorestação.

Um projeto que muito orgulha a Marca é o da reflorestação das serras de Portugal que decorreu até 2010 e que ultrapassou o milhão de árvores plantadas, fruto da forte adesão dos consumidores. Ao ser desenvolvido em estreita em parceria com o Instituto de Conservação da Natureza & Biodiversidade permitiu a plantação de árvores autóctones (ou seja, árvores que são naturais no nosso país) no Parque Natural da Serra da Estrela e noutras Áreas Protegidas.
O objetivo era a recuperação de habitats fragilizados e assim garantir uma floresta diversificada, resistente ao fogo e rica em biodiversidade. Naturalmente que, de forma indireta, também contribuiu para a captura de CO2, tema relevante em matéria de alterações climáticas.
A sensibilização dos consumidores, levando-os também a plantar árvores e proteger a floresta foi também uma preocupação do projeto.
Pode obter mais informação sobre o projeto no site da Marca www.aguaserradaestrela.pt.

Estamos à espera de uma nova fase deste projeto de Reflorestação!

(Toda a informação foi retirada do site da empresa e quase sem alterações tendo como objetivo informar e dar a conhecer a responsabilidade da empresa no seu meio envolvente, visite em http://www.sumolcompal.pt/)

sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

A discriminação da deficiência é um caso de Direitos Humanos.



A Associação Portuguesa de Deficientes (A.P.D.), constituída em 1972

-A Associação é uma organização não governamental, sem fins lucrativos dotada de personalidade jurídica e tem a nacionalidade portuguesa.

- A Associação é uma organização de pessoas com deficiência.

- Os órgãos da Associação quer Nacionais, quer Distritais ou Locais, serão necessariamente compostos por uma maioria de pessoas com deficiência, sendo o Presidente sempre uma pessoa com deficiência.

- A Associação poderá adoptar um símbolo e uma bandeira cujas características constarão de regulamento interno.

-A Associação prossegue a sua actividade em todo o território nacional, através de órgãos centrais, delegações distritais e delegações locais implantadas nas sedes dos concelhos e freguesias e tem sede no Largo do Rato, 1B em Lisboa.

-As localidades de funcionamento das sedes dos órgãos distritais e locais serão determinadas pelas assembleias distritais respectivas.

 PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS

Os princípios fundamentais da Associação emanam da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, incluindo as pessoas com deficiência física, mental, intelectual ou sensorial, e são os seguintes:

Não discriminação;

Igualdade de oportunidades;

Participação;

Plena inclusão.

OBJECTIVO

A Associação tem por objecto a representação, promoção e defesa de todos os direitos humanos e liberdades fundamentais das pessoas com deficiência portuguesas.

Na prossecução do objectivo compete, nomeadamente, à Associação:

a) Promover a criação de uma ampla solidariedade entre todas as pessoas com deficiência, fazer despertar e alicerçar nestes, a consciência dos direitos que lhes assistem e organizadamente travar a luta pela sua plena inclusão e participação social;

b) Pugnar por um planeamento nacional integrado da habilitação e reabilitação das pessoas com deficiência e pelas acções concretas em que se traduza;

c) Negociar e participar na elaboração da legislação, e em tudo que respeita à problemática das pessoas com deficiência, com organismos da Administração Central, Regional e Local e com outras organizações;

d) Promover a igualdade de género, a multiculturalidade e a interculturalidade

e) Promover e patrocinar iniciativas e actividades de natureza educativa, profissional, social, cultural, desportiva e outras;

f) Sensibilizar, esclarecer e mobilizar a opinião pública para a amplitude e imperatividade da resolução dos problemas das pessoas com deficiência, nas suas múltiplas incidências, presentes e futuras, ao nível nacional e internacional;

g) Prestar apoio aos sócios, incluindo na vertente de consumidores;

h) Criar e montar laços de cooperação para o desenvolvimento com ONG portuguesas ou estrangeiras, particularmente dos países de língua portuguesa em vias de desenvolvimento;

i) Apoiar a concepção e execução de programas e projectos de natureza social levadas a cabo pelas ONG nos países de língua portuguesa em vias de desenvolvimento, com vista à promoção e protecção dos direitos humanos dos cidadãos com deficiência;

j) Filiar-se em organizações nacionais e internacionais que prossigam fins de defesa dos direitos humanos;

k) Contribuir para um desenvolvimento sustentável;

l) Utilizar os demais meios que possam, idoneamente, servir os seus fins.

Competência

Compete à Delegação Distrital e Local:

a) Executar as deliberações da Assembleia Geral, da sua Assembleia Distrital e do Conselho Nacional e as directrizes e os programas de actuação definidos pela Direcção Nacional, adaptando-os criteriosamente às realidades regionais;

b) Representar a Associação, nos termos e para os efeitos deste artigo, em juízo ou fora dele. A Direcção Local consulta a Direcção Distrital no que toca à sua normal administração, respeitando-se a hierarquia dos órgãos estatutários da Associação;

c) Promover e patrocinar iniciativas e actividades de natureza educativa, profissional, social, cultural, desportiva e outras, assim como outras formas de organização, dentro dos princípios básicos da Associação depois de consultada a Direcção Nacional;

d) Administrar os fundos distritais da Associação e manter sob sua responsabilidade os bens e valores que lhes estejam confiados;

e) Assegurar os serviços administrativos distritais, organizar a cobrança de quota;

f) Utilizar todos os meios ressalvados, os que se inscrevam nas esferas de competência própria dos órgãos deliberativos e dos demais órgãos de gestão, que integralmente exercitem os fins da Associação;

h) Pagar despesas até ao limite de 2.500,00, para satisfazer aquisições ou pagamentos de reparações, que não se enquadrem nas despesas mensalmente comprometidas.

i) As despesas superiores a 2.500,00 com aquisições devem ser, previamente, autorizadas pela Direcção Nacional;

i) As despesas superiores a cem mil escudos com aquisições devem ser, previamente, autorizadas pela Direcção Nacional;

j) Aceitar heranças, legados e doações que lhe sejam concretamente destinados;

k) Contratar pessoal, após autorização da Direcção Nacional sobre proposta fundamentada assumindo integralmente todas as despesas daí provenientes;

l) Apresentar à Direcção Nacional durante o mês de Fevereiro de cada ano o Relatório e Contas do ano anterior;

m) Apresentar até trinta de Novembro de cada ano um orçamento de receitas e despesas para o ano seguinte;

n) Propor à Direcção Nacional, devidamente fundamentada, a nomeação de sócios honorários.


(Informação retirada do site da associação)

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Dia Mundial da Diabetes - 14 de Novembro - AJDP


A Associação de Jovens Diabéticos de Portugal é uma instituição particular de solidariedade social com sede em Rua Tierno Galvan, Torre 3, Piso 6, Apartamento 606, 1070-274 Lisboa.
A Associação de Jovens Diabéticos de Portugal tem por objetivos a defesa dos interesses dos jovens diabéticos e a sua promoção social desmistificando a diabetes como doença incapacitante junto dos Associados, família e população em geral. O seu âmbito de ação é nacional.
Para realização dos seus objetivos, a instituição propõe-se criar e manter as seguintes atividades:

Encontros de convívio e desportivos;
Campos de férias e fins-de-semana para jovens diabéticos;
Passeios e atividades lúdicas;
Ações de formação e educação sobre diabetes.

A organização e funcionamento dos diversos sectores de atividades constarão de regulamentos internos elaborados pela Direção.
1. Os serviços prestados pela instituição serão gratuitos ou remunerados em regime de porcionismo, de acordo com a situação económico-financeira dos utentes, apurada em inquérito a que se deverá sempre proceder.
2. As tabelas de comparticipação dos utentes serão elaboradas em conformidade com as normas legais aplicáveis e com os acordos de cooperação que sejam celebrados com os serviços oficiais competentes.

Podem ser associados pessoas singulares com mais de 14 anos (ou com idade inferior a 14 anos, desde que previamente autorizados por escrito pelo detentor do poder paternal do jovem), e as pessoas coletivas.

Haverá duas categorias de associados:
Honorários - as pessoas que, através de serviços ou donativos, dêem contribuição especialmente relevante para a realização dos fins da instituição, como tal reconhecida e proclamada pela assembleia geral.
Efetivos - as pessoas que se proponham colaborar na realização dos fins da associação obrigando-se ao pagamento da quota mensal, no montante fixado pela assembleia geral.
A qualidade de associado será da competência da Direção da Associação e prova-se pela inscrição no livro respetivo que a Associação obrigatoriamente possuirá.

São direitos dos associados:

Participar nas reuniões da assembleia geral;
Eleger e ser eleito para os cargos sociais;
Requerer a convocação da assembleia geral extraordinária nos termos do nº 3 do artº 29º;
Examinar os livros, relatórios e contas e demais documentos, desde que o requeiram por escrito com a antecedência mínima de 15 dias e se verifique um interesse pessoal, directo e legítimo.

São deveres dos associados:

Pagar pontualmente as suas quotas tratando-se de associados efetivos;
Comparecer às reuniões da assembleia geral;
Observar as disposições estatutárias e regulamentos e as deliberações dos corpos gerentes;

Desempenhar com zelo, dedicação e eficiência os cargos para que forem eleitos.

(Informação retirada do site da associação)

domingo, 11 de outubro de 2015

"Quando a pobreza entra pela porta, o amor sai pela janela" (Thomas Fuller)


QUEM SOMOS

A ANCAP é uma Instituição Particular de Solidariedade Social sem fins lucrativos, fundada a 1998.
Tem como objectivo a promoção de actividades de carácter social e humanitário, nomeadamente o apoio às crianças, aos idosos, aos toxicodependentes, aos sem-abrigo e aos desprotegidos em geral, o combate à fome e à pobreza.
Desde a sua fundação que luta com dificuldades, mas tentamos fazer com que a ANCAP faça a diferença, para que o nosso trabalho possa minorar as carências de todos aqueles que nos pedem apoio. Colaboramos com outras instituições e organismo estatais, sempre que nos solicitem.

Serviços a prestar pela ANCAP:

- Apoio domiciliário, programa “Sozinhos entre as gentes” a idosos e acamados com refeições e higiene;
- Cantina Social;
- Cabaz Mensal a famílias carenciadas;
- Serviço de Higiene;
- Apoio Psicológico;
- Apoio em vestuário.

Temos como objectivos:

- Promover a autonomia das pessoas dependentes, a fim de melhorar a qualidade de vida na própria casa, não faltando afecto, apoio e um bom relacionamento;
- Promover a auto-estima e qualidade de vida num meio integrante;
- Prestar serviços essenciais e básicos a todas as pessoas que fazem parte desta sociedade tão complexa;
- Ajudar os que mais precisam de forma a combater a solidão e desamparo, diminuindo as carências manifestadas que cada Ser se sinta merecedor de todo o apoio, carinho e dedicação que a nossa equipa de trabalho tem para oferecer.

A ANCAP garante:

- Respeito pela privacidade do utente;
- Respeito pelos costumes e crenças de cada utente;
- Prestar todos os cuidados que satisfaçam as necessidades básicas;
- A articulação com os serviços externos.

COMO PODE AJUDAR

As despesas são inúmeras. Não temos nem nunca tivemos ajudas estatais, o que nos tem dificultado uma maior ampliação no campo da intervenção Social. Por este motivo, não fique indiferente às necessidades económico/sociais dos mais desprotegidos. Dê-nos a mão e ajude-nos a minorar as enormes desigualdades sociais existentes. Colabore! Se pretender apoiar financeiramente a ANCAP, pode fazê-lo com um donativo através de:

Donativo na Conta:

Montepio Geral
Conta: 241100028000
NIB: 0036 0241 99100028000 05
IBAN: PT50.0036.0241.9910.0028.0000.5

Em Março de 2006 foi criado o “CAPPY” a mascote da ANCAP, com o objectivo de dinamizar campanhas de angariação de fundos para aquisição de um terreno para construir uma Casa de Acolhimento de Crianças e aquisição dos bens solicitados pelos carenciados, após comprovada a sua necessidade.

Ao comprar o Cappy vai contribuir para que esta obra contemple mais crianças e outros necessitados, de bens que não podem adquirir sem o nosso apoio.

Para informações, ou sobre como ajudar a Casa do Cappy:

Rua Conselheiro Veloso da Cruz, 81
4400-094 Vila Nova de Gaia
Tel. 223716758
Fax.223716758

NOTA: Deverá enviar o comprovativo, por fax, e-mail ou por correio para posterior envio de recibo.


(Informação retirada do site da instituição)

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Acreditar - Associação de Pais e Amigos de Crianças com Cancro


A Acreditar é uma Instituição Particular de Solidariedade Social fundada em 1994 como resultado da mobilização nacional de pais de crianças utentes dos serviços de oncologia pediátrica do país.
“Tratar a criança ou jovem com cancro e não só o cancro na criança ou jovem”, promovendo a sua qualidade de vida e da família.
Ser uma Associação de referência nacional na garantia dos direitos e na promoção da qualidade de vida na área da oncologia pediátrica.

Solidariedade – Acolher e colaborar com todos os que solicitam a nossa ajuda.
Respeito – Respeitar as pessoas que apoiamos e as que connosco colaboram, estabelecendo uma relação equitativa com todos.
Privacidade – Respeitar o anonimato e a intimidade das famílias, preservando, em particular, a imagem da criança e jovem com cancro (a sua utilização é limitada à divulgação de projectos e actividades).
Cooperação – Promover a colaboração com outras pessoas e instituições.
Espírito inovador – Procurar inovar a nossa acção estando abertos a sugestões de melhoria.
Transparência – Desenvolver uma governance clara, aberta e profissional com todos os parceiros e com a sociedade em geral.

É política da Acreditar apoiar as crianças e jovens com cancro e suas famílias nas suas necessidades, em tempo adequado e com a melhor qualidade, prosseguindo a melhoria contínua dos seus serviços através do domínio dos processos e do envolvimento dos colaboradores.
Para tal, assume o compromisso de assegurar uma gestão de recursos eficaz que permita o equilíbrio entre o desenvolvimento da actividade da instituição, o bem-estar de todos os que nela participam e o ambiente.
Todos os anos surgem novos casos de cancro infantil. As crianças e jovens com cancro e os seus pais sofrem durante anos psíquica, física e economicamente. A experiência mostra que a solidariedade é um factor de extrema importância para ajudar a minimizar os problemas causados pelos longos e difíceis períodos de tratamento.
Por outro lado, é cada vez maior a percentagem dos que vencem a doença!
Há, de facto, razões para fundamentar essa esperança. Actualmente, cerca de 75% dos casos de cancro infantil podem ser totalmente curados e, a cada dia que passa, registam-se progressos na luta contra a doença.
O trabalho da Acreditar reparte-se por quatro núcleos regionais correspondentes aos centros urbanos onde existem hospitais de oncologia pediátrica. O núcleo Norte, com sede na cidade do Porto, o núcleo Centro situado em Coimbra .No Sul o  núcleo localiza-se em Lisboa e na ilha da Madeira encontramo-nos na cidade do Funchal.
Abrangida pelo Regime de Mecenato Social, a Acreditar vive essencialmente dos apoios dos seus associados e amigos – sejam particulares ou empresas, do trabalho de voluntários e de um reduzido corpo de pessoal administrativo que assegura a sua gestão corrente.
A Acreditar é membro fundador do  CCI – Childhood Cancer International, organismo essencial na partilha de conhecimentos e experiências.

(Informação retirada do site da organização)

terça-feira, 4 de agosto de 2015

"Os Campeões no Segundo Plano"


A Federação Portuguesa de Desporto para Pessoas com Deficiência (FPDD) é uma Federação multidesportiva, pessoa colectiva de direito privado, dotada de Utilidade Pública Desportiva, constituída sob a forma de Associação sem fins lucrativos que prossegue a nível nacional o desenvolvimento da prática cumulativa de diversas modalidades desportivas no âmbito do desporto para as pessoas com deficiência, em articulação e no respeito pelas Associações Nacionais por área de deficiência suas filiadas.
Mantêm-se, como Associados efectivos as cinco Associações Nacionais de Desporto por Deficiência, abreviadamente designadas por (ANDD's):

ANDDVIS, Associação Nacional de Desporto para Deficientes Visuais
ANDDI-Portugal, Associação Nacional de Desporto para a Deficiência Intelectual
ANDDEMOT, Associação Nacional de Desporto para a Deficiência Motora
LPDS, Liga Portuguesa de Desporto para Surdos
PC-AND, Paralisia Cerebral Associação Nacional de Desporto
A Associação de Atletas Portadores de Deficiência (AAPD) é Associado Extraordinário da Federação.

Enquadramento Histórico

Desde a sua fundação em 7 de dezembro de 1988, a FPDD é responsável pela preparação e coordenação da representação nacional em eventos desportivos internacionais, tendo estado Portugal representado com Missões Paralímpicas em Barcelona'92, Atlanta'96, Sidney 2000, Atenas 2004 e Beijing 2008, e ainda com seleções nacionais nos diferentes Campeonatos do Mundo e da Europa até hoje realizados.
A primeira participação portuguesa verificou-se na quarta edição dos Jogos, em 1972, em Heidelberg na Alemanha, com a presença de uma equipa de Basquetebol em cadeira de rodas constituída por atletas com lesões vertebro-medulares e amputados do Centro de Medicina de Reabilitação de Alcoitão.
Após o 25 de abril de 1974 houve um período de interrupção. Foi retomada a participação em 1984, nos Jogos Paralímpicos que tiveram lugar em Nova Iorque com a participação da paralisia cerebral. Em 1992 verifica-se a primeira participação conjunta com a presença de cegos e deficientes motores sob a responsabilidade da FPDD.

Medalhas

Nova Iorque'84

Portugal participou com uma miss&atile;o constituída por 15 atletas, 11 dos quais conquistaram 14 medalhas:
Atletismo - 3 de ouro, 2 de prata e 5 de bronze
Boccia - 1 de prata
Ciclismo - 1 de prata e 1 de bronze
Ténis de Mesa - 1 de bronze
Seul'88

Participaram nos Jogos Paral’mpicos 13 atletas, 10 dos quais ganharam 12 medalhas:
Atletismo - 2 de ouro, 4 de prata e 3 de bronze
Boccia - 1 de ouro e 2 de bronze

Barcelona'92

Participaram 30 atletas, 4 dos quais conquistaram 7 medalhas:
Atletismo - 3 de ouro, 1 de prata e 3 de bronze
Natação - 1 de bronze

Atlanta'96

Participaram 35 atletas, 8 dos quais alcançaram 13 medalhas:
Atletismo - 4 de ouro e 2 de bronze
Boccia - 3 de ouro e 1 de prata
Natação - 2 de prata e 1 de bronze

Sidney'2000

Dos 53 atletas que participaram nas modalidades de Basquetebol, Futebol 7, Ciclismo, Ténis de Mesa, Atletismo, Boccia e Natação, 8 receberam 15 medalhas:
Atletismo - 5 de ouro, 3 de prata e 3 de bronze
Boccia - 1 de ouro, 1 de prata e 1 de bronze
Natação - 1 de prata

Atenas'2004

Portugal participou com uma delegaç&atile;o de 42 atletas que receberam 12 medalhas:
Atletismo - 2 de prata e 1 de bronze
Boccia - 2 de ouro, 3 de prata e 1 de bronze
Natação - 3 de bronze

Pequim'2008

Participaram 35 atletas que alcançaram 7 medalhas:
Atletismo - 1 de prata
Boccia - 1 de ouro, 3 de prata e 1 de bronze
Natação - 1 de bronze

Missão

Motivar o desenvolvimento de atividades físicas para pessoas com deficiência.

Visão

Promover um aprofundamento em termos de conhecimentos teóricos e práticos relativamente ao desporto adaptado.

Objetivos

Promoção das modalidades existentes e divulgação das novas modalidades adaptadas;
Captação e Fidelização de novos praticantes;
Fomentar a prática desportiva para cidadãos com deficiência;
Tornar prática desportiva adaptada parte dos programas de apoio à vida ativa;
Combate à tendência para a obesidade e sedentarismo;
Combate à exclusão social;
Integração social de cidadãos com deficiência;

Competências

Promover, desenvolver e coordenar a prática do desporto para pessoas com deficiência, em cooperação com as suas filiadas, as Associações Nacionais por área de deficiência;
Organizar, coordenar e dirigir em cooperação com as Associações Nacionais por área de deficiência, a realização das provas oficiais de âmbito nacional e internacional e fiscalizar todas as restantes efetuadas no território nacional;
Sancionar por proposta das Associações Nacionais por área de deficiência a participação destas, bem como a dos clubes, praticantes e agentes desportivos em competições oficiais no estrangeiro;
Promover a coordenação entre as Associações Nacionais por área de deficiência a fim de assegurar a seleção, preparação e acompanhamento da representação do País em provas do calendário internacional;
Gerir os recursos humanos, materiais, técnicos e financeiros postos à sua disposição para garantir a prossecução e a consecução dos seus objetivos;
Apoiar as Associações Nacionais filiadas na formação adequada a praticantes, técnicos, e outros agentes, em ordem ao progresso técnico das modalidades desportivas e das áreas e tipos de deficiência;
Cooperar com outras organizações nacionais, estrangeiras e comunitárias congéneres em todas as atividades tendentes à expansão e integração do desporto para as pessoas com deficiência no movimento desportivo em geral em estreita ligação com as Associações Nacionais por área de deficiência suas filiadas, salvaguardando contudo as condições específicas do desporto para as pessoas com deficiência;
Propor medidas que visem satisfazer as carências existentes no âmbito da prática do desporto para as pessoas com deficiência nas áreas da Desporto, educação, entre outras;
Celebrar acordos e contratos com entidades públicas e privadas em ordem à satisfação dos seus objetivos;
Assegurar todas as demais competências relacionadas com a sua atuação transversal em matéria de entidade responsável pela coordenação das atividades desportivas para pessoas com deficiência, difundindo junto das associações desportivas nela federadas, informação relevante e recomendações conducentes à existência de procedimentos uniformes;
Dirimir eventuais diferendos ou litígios entre associações e agentes desportivos por ela representados;
Gerir e executar toda a Preparação Paralímpica nas modalidades pela FDDD tuteladas e respetivas Seleções Nacionais associadas, sendo responsável pela participação das mesmas em competições de cariz internacional, a saber: Meetings Internacionais, Campeonatos da Europa, Taças do Mundo e da Europa e Campeonatos do Mundo;

A FPDD é a entidade que tutela o desporto para as pessoas com deficiência, a nível nacional, em articulação com as Associações Nacionais por área de deficiência suas filiadas e tem por fim prosseguir os seguintes objetivos:

a) Promover, regulamentar e dirigir a nível nacional a prática de modalidades desportivas para as pessoas com deficiência em articulação e cooperação com os órgãos responsáveis pela tutela do desporto nacional, pela prevenção, reabilitação, integração e participação social das pessoas com deficiência, com as Associações Nacionais por áreas de deficiência, com o Comité Paralímpico de Portugal, com o Comité Olímpico de Portugal, com a Confederação do Desporto de Portugal e outras federações congéneres;

b) Representar perante a administração pública os interesses dos seus filiados;

c) Representar o desporto para as pessoas com deficiência, com as Associações Nacionais por área de deficiência, junto das organizações congéneres estrangeiras, internacionais e comunitárias, designadamente com as Organizações Internacionais de Desporto por Deficiências (IOSD's - International Organizations Sports for Disabled) e Federações Internacionais (IF's - International Federations's);


d) Estimular a constituição e apoiar o funcionamento de associações por áreas de deficiência com fins desportivos;

(Informações retiradas do site da Federação)